segunda-feira, 22 de março de 2010

Não sou obrigado! - Parte V

Semana com ênfase no alcoolismo!

Considerada a semana mais tensa da minha vida: Viver bebendo, dar bafos no Camalehon e na Borba foi o que eu mais fiz, essa semana. Se estragar de tanto beber cerveja e ter uma puta diarréia na estação de metrô Bresser-Mooca.

domingo, 14 de março de 2010

Não sou obrigado! - Parte IV

Gambiarra!
Foi tipo uma continuação da FestECA: putaria sem limites. Mil pessoas bebendo e se arrumando no meu apartamento de três cômodos. A vizinha - frígida, ligando de cinco em cindo segundos para reclamar da putaria que estava rolando. Galera pulando e batendo as portas. Duas pessoas tomando banho juntas. E uma garrafa de Smirnoff e uma de Sagatiba sendo mamadas na velocidade cinco.
Depois acabamos indo para o Gambiarra. Todo mundo na maior animação, cantando todas as músicas possíveis. Quando chegamos, rolou aquela bebedeira graças a Bambu, que achou uma comanda no chão. Todo mundo bebendo de graça. Em questão de minutos eu estava completamente embriagado, já não via mais quase nada. Tive uma DR frenética com o meu ex-namorado. Depois dormi, acordei, pulei, beijei, dormi (de novo), acordei (de novo), sentei, chorei e já eram seis horas da manhã. Aquele sol brilhando e aquele povo cagado. Arrependi de ter pego 90% das pessoas que beijei.
Pagamos a comanda e fomos pegar um taxi para ir embora.
Não sou obrigado!

quinta-feira, 11 de março de 2010

Não sou obrigado! - Parte III

Férias no Rio de Janeiro!
Acho que foram as melhores férias da minha vida. Estava em Saquarema e acabei indo passar uns dia na casa da minha falecida tia. Combinei de tomar uma cerveja no posto 9 da praia de Ipanema com uma amiga, nos encontramos no metrô e fomos para a praia, lindas e loiras, batendo a cabeleira num sol de, aproximadamente, 41ºc. Muito bonito! Sentamos numa cadeira, na areia, e por lá ficamos, bebendo minha garrafa QUENTE de orloff. Em meia hora estávamos completamente embrigados. Mais tarde, veio um menino de 12 anos, com uma caixa de madeira nas costas, perguntar se eu queria que ele engraxasse meu sapato. Ok que eu estava na areia da praia, de bermuda e usando sandálias. Falei que not porque eu não costumo ir à praia de sapatos e simplesmente ri. Depois veio aquela chuva de verão rechear nosso passeio na praia com uma refrescância extramente deliciosa. Aproveitamos que passou a chuva e fomos embora. Chegando no metrô eu percebi que não estava com a mínima vontade de ir embora, voltei -sozinho, para a orla e fiquei por lá, linda e loira, bebendo uma caipirinha de maracujá. Conversei com uns gringos gays que me ofereceram uma noite de prazer no hotel o qual estavam hospedados. Recusei com delicadeza e continuei conversando com eles, gastando todo meu inglês meia boca. Depois comecei a conversar com mestre de samba da Portela, paramos um bar perto do metrô e bebemos umas cervejas por lá. Mais tarde, percebi que estava sem dinheiro até para pegar o metrô. Pensei: FODEU! O cara não tinha carro, nem uma carona poderia me dar. Simplesmente chorei! Mas, com tamanha delicadeza, ele me ofereceu uma carona de bicicleta e eu, com tamanho desespero nítido em minha face, aceitei com um sorriso.
Fechei minha noite chegando em casa com um cara que eu conheci na orla da praia de Ipanema, de bicicleta. Coisa mais linda, não?
Não sou obrigado!

quarta-feira, 10 de março de 2010

Não sou obrigado! - Parte II

Segunda feira, acordei com uma ligação bombástica da minha mãe, dizendo que minha tia avó estava morta. Terça feira, saí de São Paulo e fui direto para Brasópolis -M.G. e presenciei um dos enterros mais tristes da minha vida. Minha avó chorando e quase arrastando o caixão para casa foi um marco bem triste. Depois, fomos todos para casa, toda a parentada, de vários lugares, almoçaram por lá. Dormi até às 20h e quando acordei, me deparei com MIL pessoas animadas, jogando truco e bebendo cerveja em minha residência. Nunca pensei que, no mesmo dia de um enterro, pessoas poderiam estar tão animadas. Simplesmente ri!
Meu irmão me chamou para beber uma cerveja na casa de um amigo. Arrastei meu primo (ex-namorado) pra lá. Rolou uma DR, ficamos novamente e tudo se resolveu. Só não voltamos porque não sou obrigado a manter um relacionemento sério à distância. Pois é! Sem contar que a minha ex-namorada estava bebendo com a gente junto de sua namorada. Nada mais estranho que isso. Fiz uma proposta FAIL de um beijo quádruplo e voltei para casa.
Quarta feira, minha mãe me acorda com uma disposição do cão, me chamando para fazer compras. Fomos até Itajubá -M.G. e gastamos 999 mil reais (brincs) com roupas. Adoro esse pique de animação pós-enterro.
Não sou obrigado!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Não sou obrigado!

Festeca da USP rendendo comentários até hoje. Bebidas por no máximo 5 reais não deixa a gente muito bem, né? E depois de uma brincadeira de passar gelo durar aproximadamente 3h, todo mundo se pegou.
E no final ainda teve o bafo do "eu vou pisar no seu amendoim". Antes disso passei por desesperos do tipo: perder uma câmera de 4 mil reais e não se importar e depois acha-la com uma pessoa X . Pois é, tenso, não?

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

AE!

Pois é! Trabalho de Ciência da Comunicação, hoje, foi levado - totalmente - na barriga. Ri muito!
Primeiro: chegamos para apresentar o trabalho com um tema que não era o nosso. Óbvio que o professor se irritou.
Segundo: ele disse que só iria dar alguma nota se a gente conseguisse emocioná-lo de alguma forma.
Bom, a sorte é que o nosso trabalho estava, digamos, bem emocionante. Era sobre o mito do cão. Colocamos as partes mais emocionantes do filme "Marley & Eu" e conseguimos arrancar um 6,0 do lápis do professor. No final, minha nota deu para passar numa boa. Menos uma DP!
Valeu, Milambe!